O universo da Ana de Jour se revela no detalhe. As nervuras trançadas, construídas à mão, criam textura onde havia superfície lisa. As transparências sugerem mais do que mostram. As pregas somem na luz e reaparecem no movimento. Flores que nascem do próprio tecido. Laços, babados. Seda que não para quieta.
A Ana de Jour não tem estação. Cada vestido aprofunda o que já existe. Cada coleção vai mais fundo na mesma essência.